sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

NEWSLETTER Nº 19

Aqui publicamos mais uma newsletter, a de Dezembro, com as atividades levadas a cabo.


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

OLIMPÍADAS DA LEITURA

Realizaram-se ontem, na Biblioteca, as Olimpíadas da Leitura do 2º ciclo.




Perante um júri de três professoras, os alunos leram os textos que tinham escolhido e preparado.




Receberam todos um diploma de participação.





Os vencedores foram:


LARA QUINTELA do 5º B
e
MIGUEL ANDRADE do 6º E

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

NEWSLETTER DE NOVEMBRO

Aqui estão as atividades levadas a cabo no mês de Novembro e as que se irão realizar em Dezembro.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

VENDA DE NATAL

Vem à VENDA DE NATAL,na Biblioteca da Escola. Vais encontrar, com certeza, a prenda ideal.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O LIVRO DO MÊS

A Biblioteca sugere-te para este Natal muitas das leituras que possui, sobre o tema mas escolheu este livro para « O Livro do Mês » :

A ÁRVORE DAS HISTÓRIAS DE NATAL - José Jorge Letria, ilust. Viktorya Borshch

         

O livro tem uma dezena de histórias deliciosas, que se lêem rapidamente e que nos deixam a pensar.
Apresentamos-te aqui uma, para te aguçar o apetite à leitura.


        

A Noite, a lua e os meninos tristes

Quase vencida pelo peso do sono, a Noite virou-se para a Lua e perguntou-lhe:
- Onde vais passar este ano o teu Natal?
- Vou passá-lo com os meninos mais tristes da rua mais triste da mais pobre das cidades - respondeu a Lua.
- Mas esses meninos - argumentou a Noite - são tão tristes que nem sequer festejam o Natal.
A Lua esboçou um sorriso e respondeu-lhe
- Aí é que tu te enganas. Se eu descer à Terra e for festejar com eles, podes crer que terão um Natal de que nunca mais irão esquecer-se.
A Noite, que era experiente e astuta, considerou essa possibilidade e decidiu colocar à Lua esta questão:
- Mas, se tu desceres à Terra para festejar o Natal com eles, isso significa que eu vou ficar às escuras nessa noite, pois a única luz que verdadeiramente me ilumina é a tua.
A Lua, fingindo nunca ter pensado nessa possibilidade, quis tranquilizar a amiga:
- Mas tu tens a luz dos arranha-céus, a dos candeeiros de rua, a dos projectores dos palcos e dos estádios e das cidades inteiras quando estão iluminadas.
- Tu bem sabes - replicou a Noite, desagradada com os argumentos da amiga - que a luz é mais forte que todas as outras juntas, pois é capaz de iluminar, ao mesmo tempo, ilhas e continentes, aldeias esquecidas e becos escondidos.
- Mas só uma noite não há-de fazer mal, se eu sair do meu posto e for para junto daqueles que mais precisam de mim - disse a Lua, reforçando a decisão que tomara.
- Aí é que tu te enganas - respondeu a Noite -, pois a tua ausência será sinónimo de uma escuridão quase total, e é até bem possível que, ao tomares essa atitude, mudes o curso dos rios e a cadência das marés, o ritmo das colheitas e o ciclo da fertilidade das terras.
- Mas em compensação, deixarei muitas crianças tristes finalmente felizes por terem uma peripécia para contar, numa cidade onde nada acontece, a não ser a tristeza que a pobreza lhes causa - disse a Lua, pesando bem as suas palavras, que eram luminosas e suaves como a claridade que dela provinha.
Decididamente, a Noite e a Lua pareciam incapazes de se porem de acordo quanto à forma como iriam passar a noite de Natal que se avizinhava, saltando casas no calendário. Foi então que a Noite decidiu fazer uma sugestão:
 - Bem podias fazer um esforço no sentido de, nessa data, teres a forma de lua cheia. Se tal acontecer, podes muito bem deixar a parte maior a iluminar-me e enviar uma fatia de quarto minguante para entreteres as tais crianças que agora tanto te preocupam.
A Lua reflectiu em silêncio sobre a sugestão que acabara de lhe ser feita e respondeu à Noite:
- Aceito a sugestão, mas vou pô-la em prática ao contrário.
- Não estou a perceber - disse a Noite.
-Eu explico-te: deixo-te uma fatia de quarto minguante para te iluminar e levo a parte maior para alegrar as crianças da cidade triste que já escolhi.
- É preciso teres mesmo má vontade - comentou a Noite, zangada com a amiga.
- Nada disso - respondeu a Lua -, vou apenas dar a parcela maior de luz a quem dela mais necessita.
- E posso saber - perguntou a Noite - de onde te vem um tão forte interesse por essas crianças que ninguém conhece?
- Claro que podes - respondeu a Lua. - Enquanto tu dormes a sono solto, à espera que o dia nasça, eu estou lá em cima de atalaia e vejo hora a hora, minuto a minuto, o que se passa lá em baixo.
- E o que vês?
- Vejo crianças tristes no meio das ruínas das cidades em guerra, procurando alimento no meio dos escombros, com filas de cães famintos seguindo-lhes os passos para as não deixarem sós nessas horas de aflição.
- E o que é que tu tens a ver com isso?- Perguntou a Noite, secamente.
- Tenho tudo, por mais estranho que possa parecer-te. Tenho principalmente muita pena delas porque, quando era pequenina, também fui uma lua triste.
- Só isso? - perguntou a Noite em tom ácido de comentário, como se quisesse rematar a conversa.
- Não, há ainda outra coisa que eu me esqueci de te dizer: qunado elas estão triste e aflitas, sou eu que as ilumino, porque tu só estás preocupada com as tuas horas de sono. Por isso eu sou a luz e a esperança que lhes resta, e é sempre para mim que elas olham quando imaginam que é possível ter esperança. É por isso que este ano eu quero passar com elas a noite de Natal, para elas poderem contar ao mundo que eu fui a sua visita e a sua companhia.
- Será que precisas que eu te apresente outras razões para eu ter feito esta escolha?
A Noite não respondeu, pois tinha acabado de adormecer, já desinteressada da discussão. A Lua, então, calçou umas pantufas feitas com algodão de nuvens e desceu à Terra para se ir encontrar com as crianças mais tristes da rua mais triste da mais pobre das cidades. Quando a Noite acordou, como sempre comodista e nada preocupada com a felicidade dos outros, nem luz teve para encontrar o copo de água de orvalho que costumava beber ao despertar, para limpar os restos da escuridão. Protestou, mas, desta vez, a Lua não lhe respondeu, pois estava cercada de crianças, numa velha praça iluminada, com uma banda a tocar num coreto e com grinaldas de luar encimando as copas das árvores despidas de folhas e tiritando de frio.

       

Linda, não é?
Pois a outras nove histórias são tão bonitas como esta.
Por isso, passa pela Biblioteca e vem lê-las!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

UM POSTAL DE NATAL

Concurso de poesia na Biblioteca.


A Biblioteca desafia-te a escrever e ilustrar um postal de Nata.
Vem concorrer.
Pede na Biblioteca a tua cartolina e escreve uma mensagem de Natal original e criativa, ilustra a teu gosto e ganha prémios.


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

RECOMEÇO DAS AULAS COM SOPHIA

Este ano o projecto comum das Escolas do Porto com o SABE é sobre o Mar e a Terra na obra de dois autores: Sophia de Mello Breyner e Andersen e Eugénio de Andrade. Por isso deixo aqui este texto maravilhoso de Sophia com o ruído do mar de fundo. Apreciem!

Quando eu era pequena, passava às vezes pela praia um velho louco e vagabundo a quem chamavam o Búzio. O Búzio era como um monumento manuelino: tudo nele lembrava coisas marítimas. A sua barba branca e ondulada era igual a uma onda de espuma. As grossas veias azuis das suas pernas eram iguais a cabos de navio. O seu corpo parecia um mastro e o seu andar era baloiçado como o andar dum marinheiro ou dum barco. Os seus olhos, como o próprio mar, ora eram azuis, ora cinzentos, ora verdes, e às vezes mesmo os vi roxos. E trazia sempre na mão direita duas conchas.

Eram daquelas conchas brancas e grossas com círculos acastanhados, semi-redondas e semitriangulares, que têm no vértice da parte triangular um buraco. O Búzio passava um fio através dos buracos, atando assim as duas conchas uma à outra, de maneira a formar com elas umas castanholas. E era com essas castanholas que ele marcava o ritmo dos seus longos discursos cadenciados, solitários e misteriosos como poemas.

O Búzio aparecia ao longe. Via-se crescer dos confins dos areais e das estradas. Primeiro julgava-se que fosse uma árvore ou um penedo distante. Mas quando se aproximava via-se que era o Búzio.

Na mão esquerda trazia um grande pau que lhe servia de bordão e era seu apoio nas longas caminhadas e sua defesa contra os cães raivosos das quintas. A este pau estava atado um saco de pano, dentro do qual ele guardava os bocados secos do pão que lhe davam e os tostões. O saco era de chita remendada e tão desbotada pelo sol que quase se tomara branca.

O Búzio chegava de dia, rodeado de luz e de vento, e dois passos à sua frente vinha o seu cão, que era velho, esbranquiçado e sujo, com o pêlo grosso, encaracolado e comprido e o focinho preto.

E pelas ruas fora vinha o Búzio com o sol na cara e as sombras trémulas das folhas dos plátanos nas mãos.

Parava em frente duma porta e entoava a sua longa melopeia ritmada pelo tocar das suas castanholas de conchas.
Abria-se a porta e aparecia uma criada de avental branco que lhe estendia um pedaço de pão e lhe dizia:
-Vai-te embora, Búzio.
E o Búzio, demoradamente, desprendia o saco do seu bordão, desatava os cordões, abria o saco e guardava o pão.
Depois de novo seguia.
Parava debaixo de uma varanda cantando, alto e direito, enquanto o cão farejava o passeio. E na varanda debruçava-se alguém rapidamente, tão rapidamente que o seu rosto nem se mostrava, e atirava-lhe um tostão e dizia:
-Vai-te embora, Búzio.

 E o Búzio demoradamente - tão demoradamente que cada um dos seus gestos se via -desprendia o saco do pau, desatava os cordões, abria o saco, guardava o tostão, e de novo fechava o saco e o atava e o prendia.
E seguia com o seu cão.
Havia na terra muitos pobres que apareciam aos sábados em bandos acastanhados e trágicos, e que pediam esmola pelas portas e faziam pena. Eram cegos, coxos, surdos e loucos, eram tuberculosos cuspindo sangue nos seus trapos, eram mães escanzeladas de filhos quase verdes, eram velhas curvadas e chorosas com as pernas incrivelmente inchadas, eram rapazes novos mostrando chagas, braços torcidos, mãos cortadas, lágrimas e desgraça. E sobre o bando pairava um murmúrio incansável de gemidos, queixas, rezas e lamentações.

Mas o Búzio aparecia sozinho, não se sabia em que dia da semana, era alto e direito, lembrava o mar e os pinheiros, não tinha nenhuma ferida e não fazia pena. Ter pena dele seria como ter pena de um plátano ou de um rio, ou do vento. Nele parecia abolida a barreira que separa o homem da natureza.

 O Búzio não possuía nada, como uma árvore não possui nada. Vivia com a terra toda que era ele próprio.
A terra era sua mãe e sua mulher, sua casa e sua companhia, sua cama, seu alimento, seu destino e sua vida.
Os seus pés descalços pareciam escutar o chão que pisavam.
E foi assim que o vi aparecer naquela tarde em que eu brincava sozinha no jardim.

A nossa casa ficava à beira da praia.
A parte da frente, virada para o mar, tinha um jardim de areia. Na parte de trás, voltada para leste, havia um pequeno jardim agreste e mal tratado, com o chão coberto de pequenas pedras soltas, que rolavam sob os passos, um poço, duas árvores e alguns arbustos desgrenhados pelo vento e queimados pelo sol.

O Búzio, que chegou pelo lado de trás, abriu a cancela de madeira, que ficou a baloiçar, e atravessou o jardim, passando sem me ver. Parou em frente da porta de serviço e ao som das suas castanholas de conchas pôs-se a cantar.
Assim esperou algum tempo. Depois a porta abriu-se e no seu ângulo escuro apareceu um avental. Visto de fora, o interior da casa parecia misterioso, sombrio e brilhante. E a criada estendeu um pão e disse:
 -Vai-te embora, Búzio.
Depois fechou a porta. E o Búzio, se pressa, demoradamente como que desenhando na luz cada um dos seus gestos, puxou os cordões, abriu o saco, tomou a atar o saco, prendeu-o no pau e seguiu com o seu cão.

Depois deu a volta à casa, para sair pela frente, pelo lado do mar.

Então eu resolvi ir atrás dele.

Ele atravessou o jardim de areia coberto de chorão e lírios do mar e caminhou pelas dunas. Quando chegou ao lugar onde principia a curva da baía, parou. Ali era já um lugar selvagem e deserto, longe de casas e estradas.

Eu, que o tinha seguido de longe, aproximei-me escondida nas ondulações da duna e ajoelhei-me atrás de um pequeno monte entre as ervas altas, transparentes e secas. Não queria que o Búzio me visse, porque o queria ver sem mim, sozinho.

Era um pouco antes do pôr do Sol e de vez em quando passava uma pequena brisa.
Do alto da duna via-se a tarde toda como uma enorme flor transparente, aberta e estendida até aos confins do horizonte.
A luz recortava uma por uma todas as covas da areia. O cheiro nu da maresia, perfume limpo do mar sem putrefacção e sem cadáveres, penetrava tudo.
E a todo o comprimento da praia, de norte a sul, a perder de vista, a maré vazia mostrava os seus rochedos escuros cobertos de búzios e algas verdes que recortavam as águas. E atrás deles quebravam incessantemente, brancas e enroladas e desenroladas, três fileiras de ondas que, constantemente desfeitas, constantemente se reerguiam.

 No alto da duna O Búzio estava com a tarde. O sol pousava nas suas mãos, o sol pousava na sua cara e nos seus ombros. Ficou algum tempo calado, depois devagar começou a falar. Eu entendi que ele falava com o mar, pois o olhava de frente e estendia para ele as suas mãos abertas , com as palmas em concha viradas para cima. Era um longo discurso claro, irracional e nebuloso que parecia, com a luz, recortar e desenhar todas as coisas.

Não posso repetir as suas palavras: não as decorei e isto passou-se há muitos anos. E também não entendi inteiramente o que ele dizia. E algumas palavras mesmo não as ouvi, porque o vento rápido lhas arrancava da boca.
Mas lembro-me de que eram palavras moduladas como um canto, palavras quase visíveis que ocupavam os espaços do ar com a sua forma, a sua densidade e o seu peso. Palavras que chamavam pelas coisas, que eram o nome das coisas. Palavras brilhantes como as escamas de um peixe, palavras grandes e desertas como praias. E as suas palavras reuniam os restos dispersos da alegria da terra. Ele os invocava, os mostrava, os nomeava: vento, frescura das águas, oiro do sol, silêncio e brilho das estrelas.
Sophia de Mello Breyner, In Contos Exemplares

sexta-feira, 20 de julho de 2012

FÉRIAS

As aulas terminaram, os exames também, chegou a hora de gozarem umas merecidas férias.
Retemperem as energias, gozem o sol e o mar, divirtam-se com os amigos, neste caso os mais fieis e sempre presentes, os livros!


BOAS FÉRIAS

sexta-feira, 8 de junho de 2012

SOPHIA DE MELLO

Apresentamos hoje dois trabalhos das nossas alunas do 8º ano, realizados no âmbito da disciplina de Português, com a professora Dina Pereira, sobre um dos contos do livro « Histórias da Terra e do Mar» de Sophia de Mello Andersen e publicados também no Youtube.



terça-feira, 22 de maio de 2012

PALESTRA COM O PROFESSOR DR. DANIEL SERRÃO

Ontem tivemos o privilégio de receber na nossa Biblioteca o Ex.mo Senhor Professor Dr. Daniel Serrão, no âmbito dos festejos do aniversário da Escola Pêro Vaz de Caminha, que veio palestrar sobre Bioética.


Os alunos escutaram, com rara atenção e interesse, o Senhor Professor fala de abortamento, aborto, vida, ética, leis antigas e atuais, componente psíquica e componente física da relação homem/mulher.


O Sr. Professor Daniel Serrão acabou a sua palestra com um desafio lançado aos jovens - uma campanha de "aborto-zero" - lançada em todas as escolas, motivadora de mudança de comportamentos e mentalidades, nas gerações futuras.


quinta-feira, 17 de maio de 2012

ESCOLHAS

Ontem a nossa escola esteve muito animada, 30 escolas vieram mostrar-nos as ofertas de cursos profissionais para os jovens que vão ter que fazer uma escolha escolar e/ou profissional depois do 9º ano.


A nossa Biblioteca também participou no evento levado a cabo pelos serviços de Psicologia e Orientação em parceria com o projeto Saber Viver/ programas escolhas e o serviço de Ação Social e recebemos o exército.


Um furriel do exército apresentou duas sessões para os alunos e professores que os acompanhavam, sobre a sua escolha e experiência de vida no exército. Apoiado por vários vídeos demonstrou, depois, as alegrias da vida militar. Os alunos atentos ouviram e viram colocando várias questões no final.

terça-feira, 8 de maio de 2012

NEWSLETTER DE ABRIL

Aqui estão as notícias condensadas das nossas atividades do mês passado. Boas leituras!





sexta-feira, 4 de maio de 2012

A LEITURA NA RUA PARA TODOS

A Biblioteca saiu à rua e levou a leitura e o prazer de ouvir poesia aos locais públicos das imediações da Escola, na zona do Amial. Os alunos que prepararam vários poemas de autores diversificados, acompanhados por professores, deslocaram-se aos cafés, pastelarias, restaurantes, farmácias e supermercado da Rua do Amial. Foi com surpresa que as pessoas que faziam as suas compras ouviram os poemas e, se alguns mostravam um certo desconforto por não saberem como receber aquele presente, outros houve que se calaram e ouviram atentamente e aplaudiram com entusiasmo. Assim nessa manhã, embrulhado com o pãozinho quente ou com o remédio, os clientes levaram também alimento e cura para a alma, nos poemas e marcadores distribuídos que como dizia o “outro”, «A poesia também serve para comer».


terça-feira, 24 de abril de 2012

SEMANA DA LEITURA

A Semana da Leitura acabou, cumprindo-se o objectivo de promover e levar a leitura a todos, partilhando o gosto pelos livros. O espírito que motivou todos os que participaram nestas actividades, esse, mantém-se vivo, não terminou e levará com certeza as suas sementes a todos os que convivem com cada um dos participantes destas actividades.


Sem dúvida que as actividades de maior sucesso foram as de leitura dramatizada de poemas e textos, tanto pelos alunos do 2º ciclo como pelos do 3º ciclo, oferecendo-nos momentos de agradáveis de qualidade.



Aqui ficam as imagens.


Palestra sobre « O Porto de Alves Redol»










Leitura e Dramatização de textos pelo 2º ciclo



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Encontro com o Sr. Fernado Fernades



Recebemos na nossa biblioteca o Sr. Fernado Fernades, considerado o melhor livreiro português, dono da antiga Livraria Leitura. Partilhou connosco recordações da sua vida como livreiro, contacto com escritores e, muito amavelmente,ofereceu-nos alguns livros dos quais destaco o de textos de diversos autores sobre o Sr. Fernando Fernandes, aquando da comemoração dos 47 anos de divulgação da Leitura .





Leitura e Dramatização de textos pelo 3º ciclo






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BOAS LEITURAS PARA TODOS

sexta-feira, 13 de abril de 2012

SEMANA DA LEITURA

Vamos festejar a Semana de Leitura,que começa no próximo dia 16 de Abril e acaba no dia 20.

Dia 16 pelas 10h10 - Palestra sobre « O Porto de Alves Redol », pela Drª Isabel Andrade da Casa Museu Marta Ortigão Sampaio, dirigida aos alunos.

Dia 17, pelas 11h30 - «Leitura em locais públicos ». Os alunos da escola, acompanhados de professores, lerão poesia nos cafés, farmácias,correios e distribuirão poemas.

Dia 18, pelas 10h10 - « Leitura e dramatização de textos pelo 3º ciclo» - Dirigido a toda a comunidade educativa, em especial aos encarregados de educação.

Dia 18,pelas 15h30 - « Encontro com o Sr. Fernando Fernandes » - Dirigido aos professores

Dia 19, pelas 10h10 - « Leitura e dramatização de textos pelo 2º ciclo» - Dirigido a toda a comunidade educativa, em especial aos encarregados de educação.

quarta-feira, 21 de março de 2012

OS CAFÉS DO PORTO

A Drª. Isabel Andrade, da Casa Museu Marta Ortigão Sampaio, deslocou-se à nossa escola para uma palestra sobre os cafés do Porto.
Assistiram, interessados, os alunos que, a propósito do que ouviram, escreveram:


« Um dos primeiros cafés do Porto que, na altura, era chamado de “botequim”, foi o café das Hortas, fundado em 1820.
Os botequins eram ponto de encontro de intelectuais, locais onde se trocavam ideias e difundia cultura. Eram também frequentados pelos comerciantes da cidade.
Nos nossos dias ainda existem muitos cafés antigos espalhados pela cidade.
O café Progresso, situado perto da praça Carlos Alberto, é de todos o mais antigo da cidade e foi fundado em 1899. Segue-se o café Magestic, inaugurado em 1924, com o nome de Elite. Este café era frequentado por intelectuais, artistas e burgueses do Porto.
Por fim o café Guarany, situado na Avenida dos Aliados e que foi fundado em 1933.»

texto de João Pérola nº 16 7ºA






É com prazer que escutamos estas palestras que nos enriquecem culturalmente e agradecemos a disponibilidade que a Dr.ª Isabel sempre demonstra com a nossa Biblioteca.

sexta-feira, 2 de março de 2012

40 ANOS DA BIBLIOTECA SONORA DO PORTO

No âmbito das comemorações dos 40 anos da Biblioteca Sonora da Biblioteca Municipal do Porto, a Biblioteca da nossa Escola foi convidada a abraçar o projeto de gravação de livros infanto-juvenis para cegos. O objetivo era chegar a um público invisual mais jovem e ser atualizada a oferta de títulos recentes, em suporte digital.
Assim, entusiasmados pela possibilidade de serem solidários e úteis a crianças e jovens com problemas visuais e ainda pela gravação das suas vozes e nomes num
catálogo coletivo, os alunos do 7º A e do 7º D, orientados pelas professoras Noémia Queijo e Joana Lucas, respetivamente, prepararam e gravaram os livros «Tubarões, crocodilos e cavalos-marinhos» de Isabel Ramalhete e « A girafa que comia estrelas» de José Eduardo Água Lusa.
O processo foi acompanhado de perto por uma equipa da DREN que procedeu à filmagem das atividades quer na Biblioteca da escola como na BMP.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

NOVIDADES

Chegaram dois novos títulos à Biblioteca. Dois livros interessantíssimos, acompanhados de Dvds interativos, destinados ao Ensino Especial.



O que será que acontece quando um vento maroto resolve fazer um pé de vento?
Este 4º livro da Colecção 4 Leituras, é acompanhado de um DVD interactivo com conteúdos pedagógicos e três versões da história, uma versão narrada oralmente sobre as imagens, uma versão adaptada, em símbolos pictográficos para a comunicação e outra em língua gestual portuguesa. Há ainda uma versão do livro em Braille com imagens em relevo,recomendada pelo Plano Nacional de Leitura.



O Que é Que se Passa Aqui?
Promove a leitura oral, partilhada entre o adulto e a criança, e a exploração da dimensão sonora da linguagem.
A componente visual do livro, com um registo gráfico particularmente expressivo, completa o texto abrindo novas portas ao imaginário infantil e permitindo mesmo, no final da história, desvendar o mistério do esquilo desaparecido.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

AS INVENÇÕES DE HUGO CABRET

O livro conta a história do órfão Hugo Cabret, que vive numa estação de comboio, em França no início do século XXI, onde cuida da manutenção dos relógios do lugar. Hugo possui um segredo, e este segredo consome-o, porém sua vida muda ao ser apanhado a roubar na loja de brinquedos da estação, onde o idoso dono do lugar e sua sobrinha, aos poucos, descobrem a verdade sobre o menino, e este aos poucos descobre que o seu segredo é bem maior e mais profundo.


O enredo do livro apresenta-nos um pouco da origem do cinema, trazendo as emoções das primeiras apresentações de filmes ao grande público, a sensação de novidade, o medo, e principalmente toda a magia contida.
Podes ler aqui algumas páginas da história e ver desenhos do livro.


Lembrando um pouco Will Eisner, o livro mistura ilustrações com texto, onde o autor tenta impregnar seu livro com um ar cinematográfico. Com ilustrações bem feitos, cenários bem construídos por meio do desenho, o autor não perde tempo descrevendo nada, concentra-se somente na história. Existem partes puramente visuais, e os efeitos de edição, os desenhos, além das sombras e enquadramentos, conferem uma atmosfera de suspense e perseguição como num cinema.






O livro já foi adaptado para o cinema sob a direção de Martin Scorsese ("Ilha do Medo"), e conta no elenco com: Asa Butterfield, Chloe Moretz, Jude Law, Helen McCrory, Ben Kingsley, Emily Mortimer, Christopher Lee, Sacha Baron Cohen, Ray Winstone. Vai estrear nos cinemas esta semana 16 de Fevereiro de 2012.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

UMA HISTÓRIA DE AMOR

Fevereiro é o mês doa namorados, propomos-te um filme de animação com magníficas imagens.






Adrift from Adrift Animation on Vimeo.



E para leitura propomos-te o download gratuito deste livro, aqui



Este livro fala sobre 4 raparigas que dividem o mesmo par de calças jeans e esse par de calças não é apenas mais um par de calças jeans, ele é mágico.
Então elas resolvem passar as suas primeiras férias separadas e tudo para elas dá errado (ou não) e elas resolvem que essas calças vão ter regras. Nessa viagem das calças as raparigas vão-se apaixonar, divertir-se e curtir muito!
Essa coleção tem 3 livros. O livro é muito engraçado e lê-se num fôlego.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

CHARLES DICKENS

Celebram-se hoje os 200 anos de Charles Dickens.
Deixamos aqui um tributo a este excelente escritor. Podes ver a animação sobre a vida do autor ...



...ou o filme de 1984, baseado num dos seus livros « A Christmas Carol»

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

ABOUT BOOKS

Para todos os que amam os livros e não vivem sem eles...


... e para todos aqueles que ainda não sabem que os amam...


The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore from Moonbot Studios on Vimeo.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

A LUZ DO QUOTIDIANO

Recebemos com expectativa a presença da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, que se deslocou à nossa Biblioteca para fazer uma palestra subordinada ao tema« LUZ do QUOTIDIANO ». Os presentes ouviram com atenção falar de fenómenos físicos, luminosos e ópticos do dia a dia, sobre os quais nos questionamos várias vezes, e para os quais descobrimos agora as respostas. Os alunos estiveram atentos e ,muitas vezes, foram surpreendidos por respostas tão simples. A palestra foi conduzida com eficácia, sempre muito bem documentada por elucidativas imagens e com explicações muito acessíveis.
Agradecemos imenso o magnífico livro que ofereceram à Biblioteca, « História da Luz e das Cores», de Luís Manuel Bernardo.





sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Foi com grande alegria que o nosso Agrupamento recebeu a visita da Sr.ª Dr.ª Teresa Calçada, Coordenadora Nacional da Rede de Bibliotecas Escolares.
A visita começou na Biblioteca da Pêro Vaz de Caminha, onde a Dr.ª Teresa Calçada chegou acompanhada pela Coordenadora Inter-concelhia, Dr.ª Helena Paz-dos-Reis, a que se juntaram a Dr.ª Ana Luísa de Oliveira Ramos, a Dr.ª Carla Teixeira e a Dr.ª Adelaide Santos Silva da Biblioteca Municipal Almeida Garrett; a Drª Carla Tavares da DREN e ainda a Dr.ª Berta Lima, a Dr.ª Ana Maria Magalhães e a Dr.ª ...da Câmara Municipal do Porto, para além do nosso Conselho Directivo.
Depois de circulamos pelo espaço da nossa biblioteca, da Coordenadora da Biblioteca Noémia Queijo e da equipa da biblioteca ter mostrado algumas das atividades que nele são desenvolvidas, da Dr.ª Teresa Calçada ter falado com alguns alunos presentes e com professores que trabalham neste espaço, foi assinado o livro de honra, onde a Dr.ª Teresa deixou palavras muito amáveis e de incentivo ao nosso trabalho.
Seguiu-se um pequeno "coffe break" onde foram ventilados e agendados alguns possíveis projetos com a participação dos presentes e seguimos para a Biblioteca da Escola EB 1/JI de S. Tomé.
Aqui a Dr.ª Teresa Calçada, e os demais presentes, foi recebida por um grupo de meninos que, orientados pela Professora/Bibliotecária Paula Andrade, lhe deu as boas-vindas, cantaram algumas canções, falaram dos livros e personagens de que mais gostavam e mostraram o resultado das atividades que têm desenvolvido ao longo destes últimos anos.
A Dr.ª Teresa Calçada apreciou bastante alguns dos trabalhos, foram-lhe oferecidas algumas brochuras dos mesmos e depois do nosso Director lhe ter oferecido um pequeno ramo de flores, simbólico do nosso apreço pela sua presença e simpatia, depedimo-nos com a certeza que será apenas "um até breve" e "volte rápido".

Untitled from Pero Vaz on Vimeo.







Posted by Picasa

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

CONCURSO NACIONAL DE LEITURA




Os alunos vencedores da primeira fase do Concurso Nacional de Leitura, que irão representar a nossa Escola, na 2ª fase, à Biblioteca Municipal Almeida Garrett são:

João Paulo Macedo Martins nº 15 7º A

Edgar Filipe Silva Pereira nº 6 7ºB

Mafalda Almeida Mendes nº12 7º B

A todos os participantes os nossos parabéns e aos vencedores PARABÉNS e BOA SORTE na fase seguinte!